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Ecad cobra taxas de direito autoral e eleva custos das lives Seria o fim das lives? - Princesa Fm 91,7

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Ecad cobra taxas de direito autoral e eleva custos das lives Seria o fim das lives?

 

As lives viraram a grande diversão da quarentena para o público e uma forma dos artistas lucrarem. Mas a conta chegou!

Após as polêmicas sobre o consumo de bebida álcoolica e a queda de audiência, as lives agora terão que enfrentar outro problema para sobreviver: cobranças de taxas que envolvem direitos autorais.

De acordo com o site G1 da Globo, O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e a União de Editoras Musicais (Ubem) está em busca de taxas que chegam a 10% por direitos autorais das músicas tocadas nas lives patrocinadas no YouTube. A cobrança, inclusive, será feita por transmissões on-lines que já aconteceram.

A iniciativa dividiu o mercado entre os compositores, que em sua maioria aprovam a medida e os produtores dos artistas intérpretes, onde grande parte vai contra a ideia. Como a cobrança é retroativa, ou seja, a cada nova live a fatia de 10% aumenta. Muitos deles afirmam que podem sofrer “rombos” nas contas.

Com o sucesso das lives, que atraiu grandes patrocinadores para os artistas, o Ecad procurou o YouTube a fim de cobrar taxas em cima dos direitos autorais. O serviço, no entanto, alegou que já faz o pagamento desses direitos, mas, explicou que eles são feitos diretamente das empresas aos produtores dos artistas.

Com essa renda extra que vai para os produtores dos artistas que fazem as lives, o Ecad os procurou cobrando 5% de taxas pelos direitos das músicas tocadas. A Ubem cobra mais 5%.

Sem shows durante este período de isolamento social e por um longo tempo posteriormente, compositores que sofreram com a queda de faturamento comemoram a decisão.

Fonte: Fabíola.

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